quinta-feira, 24 de maio de 2012
Festival de Escalada Paulo Macaco
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Vídeo -> Petzl RocTrip China 2011
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Repasse do II° Encontro de Parques de Montanha do Brasil
(Sandro Souza: Urca, Rio de Janeiro, 26 e 27 de Abril de 2012)
A 1ª Semana Brasileira de Montanhismo comemorou os Cem anos de montanhismo no Brasil, que tomou como referência a data da primeira ascensão ao Dedo de Deus. O evento foi constituído de vários outros eventos, entre eles a já tradicional abertura de temporada no Rio, o II° Congresso Brasileiro de Montanhismo e Escalada, e o II° Encontro de Parques de Montanha do Brasil.
Representatividade:
O encontro de Parques contou com a participação do Diretor de Criação e Manejo de Unidades de Conservação (UCs) do ICMBio (Pedro da Cunha Menezes), o Coordenador de Uso Público e Negócios do ICMBio (Ernesto Viveiros de Castro) e os Gestores de diversos Parques Nacionais (Floresta da Tijuca, Serra dos Órgãos, Chapada dos Veadeiros, Pico da Neblina, ...). Na esfera estadual, diretores e gestores de parques dos estados do RJ, PR, SP, RS e ES estiveram presentes.
Seguem alguns tópicos abordados durante o encontro de parques.
Abertura:
Mesa composta por Silverio Nery (CBME), Pedro da Cunha Menezes (ICMBio) e André Ilha (INEA - RJ)
Pedro – Anunciou o novo alinhamento do ICMBio no sentido de não tolher a qualidade da vivência durante as visitas nos Parques. Pra isso, será extinta a obrigatoriedade do uso de guias (condutores, monitores...) nos parques nacionais. Salvo raras exceções onde se justifique devido à extrema fragilidade do patrimônio natural ou arqueológico.
André Ilha – Ressaltou que as pressões sobre o meio ambiente, à exemplo do código florestal e o desmantelamento do IBAMA, tendem a se acirrar e neste momento aqueles comprometidos com o meio ambiente devem se unir. Os gestores de Parques devem buscar mais aliados e os montanhistas são aliados muito engajados. “É necessário cooptar aliados diante das pressões iminentes.”
Os gestores devem fazer uma conta de soma e subtração ao comparar os benefícios de permitir o uso público cultivando uma militância ambiental por parte dos visitantes, contra eventuais malefícios causados pelo impacto da visitação.
Palestra do André Ilha:
- Diferenciação de Turismo e Uso Público. O Uso público é mais amplo. Exemplo: esportivo, religioso, artístico, científico, simples lazer, turístico... E deve-se atender às expectativas de todos os públicos.
- Não é preciso que exista um plano de manejo (documento detalhado, caro e demorado) para que seja manejado o uso público.
- Decreto sobre as UCs estaduais (RJ) que diz que o uso público é permitido a menos que explicita e justificadamente se diga o contrário.
- A contratação dos serviços concedidos é sempre opcional para que não haja ressentimento dos que não podem pagar, nem daqueles que não desejam uma babá para tangê-los.
- Diferenciou os tipos de trilhas atribuindo diferentes graus de intervenção para cada uma: Trilhas de turismo (bem aberta, farta sinalização e intervenções como rampas, cabos e escadas); Trilhas de montanhismo (alguma sinalização, intervenções só para manter a trilha); Trilhas de montanhismo remoto (sem intervenções).
- Metodologia para abordar o uso público nos planos de manejo: Realização de seminários de mínimo impacto com a participação de gestores, pesquisadores e usuários para formar pacto para zoneamento e previsão de atividades. O resultado é transplantado inteiramente para dentro do plano de manejo.
Palestra do Ernesto:
- Fim do conceito de parque aberto e parque fechado.
- Adoção de uma gradação onde “0” é ainda fechado (um caso apenas no Brasil) e “5” é aberto e plenamente estruturado.
- Os parques subirão nessa escala visando:
- Qualificar e diversificar a oferta de atividades para a visitação (as atividades não precisão estar previstas nos planos de manejo para serem permitidas).
- Estruturar as UCs, lembrando que estrutura adequada não é a máxima.
- Formalizar, ampliar e qualificar serviços de apoio a visitação. A prioridade não é a renda e sim fornecer o apoio.
- “O visitante deve entrar informado e sair satisfeito.”
Palestra do Delson de Queiroz (FEMERJ):
- Apresentou um PDF com Princípios e Valores do montanhismo, e desenvolveu o tema.
- Falou do exemplo do parque de Yosemit. Apresentou dados básicos com história, extensão, biota, geologia, atrativos...
- Lá, 94% da área é “Wild”, mas em toda ela é permitida visitação. Não existe área intangível como aqui. Na prática a maioria dos visitantes fica perto das estradas, campings e demais estruturas.
- Problema com os conservacionistas estrito censo como a ONG The Nature Conservancy, que se posiciona contra a permanência de pessoas nos parques em nome da conservação. A ONG é constituída pela velha guarda dos ambientalistas com conceitos já ultrapassados.
- Os montanhistas são voluntários para diversos trabalhos nos parques. E por experiência dele, um montanhista vale por três voluntários genéricos, devido à conjunção de fatores como maior envolvimento na causa, maior capacidade técnica e força física.
Palestra do Esteban Degregori (Acesso Argentino):
- Usou o exemplo do Parque Nacional Los Glaciares onde fica Chaltén e a cadeia de montanhas do cerro Torre e Cerro Fitz Roy.
- Todo o acesso é permitido, sendo necessário apenas o registro. A responsabilidade é baseada no indivíduo.
Debates:
- Assuntos administrativos como parcerias para gestão de parques. Permissão, autorização, concessão e parcerias público-privadas.
27/04
Palestra do Sergio Poyares (P.E. Três Picos - INEA):
- Dados base /atrativos / Acesso permitido a princípio/ Informações sobre riscos através de placas bem posicionadas (alternativa diante da inviabilidade de se cobrar a assinatura do termo de reconhecimento de risco)/Como foi o seminário de mínimo Impacto.
Palestra do André Tebaldi (Coord. de áreas protegidas IEMA):
- Dados base /Situação de acesso proibido às montanhas/ Intenção de ampliar o uso público.
Palestra do Leonardo Boquimpani (P.N. Serra dos Órgãos):
- Dados base /Uso e intervenções variadas em trilhas / Adoção do termo de reconhecimento de risco pelos visitantes/ sistema de ingresso on-line.
Palestra do Luis Monteiro (Associação Mineira de Escalada):
- Caso da luta pela reabertura da Lapinha (Parque Estadual do Sumidouro), diálogo com IEF –MG, acordo atual e anúncio de maior abertura prevista.
- Construção de uma proposta estadual valida para todos os parques.
Palestra do Harvey Schlenker (IAP - PR):
- Panorama das áreas protegidas do Paraná. Existem 68 UCs, 45 de proteção integral, sendo 29 abertas para visitação.
- Principalmente no Parque Estadual do Marumbi, é adotado um detalhado cadastro de visitantes com o objetivo de facilitar eventuais resgates. Este parque sedia o principal grupo de resgate autônomo do Brasil. O COSMO.
- Exemplo da travessia do P. E. da Baitaca onde fica o Anhangava, importante local de escalada. Em 2000 não havia estrutura alguma e eram freqüentes os assaltos, mesmo assim cerca de 1.000 visitantes faziam a travessia por ano. Após a revitalização de uma portaria e estímulo a visitação, hoje são 17.000 visitantes por ano e nenhum assalto nem crime ambiental.
Debate:
- André Tebaldi: “Como fica a questão da responsabilidade nos casos de acidentes dentro de parques?”
Para esta resposta, várias pessoas contribuíram e o resumo está aí:
- Diferenciação inicial dos casos evidentes de responsabilização do Parque como quando ocorre um acidente por falha em uma estrutura (ponte, mirante, telhado...).
- Não existe precedente jurídico (jurisprudência) para embasar essa questão, mas a tendência do entendimento do jurídico é de que a responsabilidade é de cada indivíduo. Fizeram observação sobre a tendência latina ao paternalismo onde o estado age como pai dos cidadãos irresponsáveis, em contraste à abordagem não latina onde o individuo deve se responsabilizar pelos seus atos com menor intervenção do estado.
- Nos casos de acidentes onde o visitante está acompanhado de um guia do parque, aí sim ocorre responsabilização!
- Qualquer pessoa pode processar qualquer um por qualquer coisa, mas isso não quer dizer que ocorrerá condenação. Não há um caso sequer de condenação de um gestor de parque por causa de um acidente. E raros são os processos.
- A adoção de um seguro embutido no preço do ingresso pode ser uma alternativa para aliviar o lado dos gestores.
- Os parques não podem ser imputados pela falta de estrutura já que o risco muitas vezes é justamente o atrativo. Por exemplo, não é razoável colocar corrimão na travessia Petrópolis – Teresópolis.
- Foi unanimidade que se devem alertar os visitantes ostensivamente e exageradamente sobre os riscos dos ambientes naturais. Para efetivamente avisar os mais ingênuos e para resguardar os gestores dos parques.
- Foi abordada a questão fundamental de que as pessoas têm o direito ao risco.
Um desfecho muito significativo foi o convencimento destas idéias por parte da equipe do IEMA, com o acordo de que mudanças seriam encaminhadas no ES e que a CBME diretamente e através da ACE irá ajudar a coordenação de áreas protegidas na argumentação em prol da abertura dos parques a ser apresentado para a presidência do IEMA.
domingo, 6 de maio de 2012
Resultados da 1ª Semana Brasileira de Montanhismo
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Inscrições abertas para a 12ª Mostra Internacional de Filmes de Montanha
quinta-feira, 3 de maio de 2012
terça-feira, 1 de maio de 2012
A escalada perde um ícone: Paulo Macaco
Caixa Econômica Federal
Agêcia: 0203
Conta: 00016109-0
Favorecida: Vera Lúcia Lopes do Nascimento
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Videorreportagem #7: Calogi na Esportiva
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segunda-feira, 23 de abril de 2012
1ª Semana Brasileira de Montanhismo
Veja nos vídeos abaixo, grandes nomes do montanhismo brasileiro falando sobre a SBM.
sexta-feira, 20 de abril de 2012
DIA D: Escalada no Brasil – Edição Espírito Santo
O DIA D da Escalada no Brasil foi criada em 2011, tendo como objetivo atingir todas as cidades do Brasil que possuam Escalada: seja escalada indoor; esportiva; de boulder ou tradicional.E também tem o objetivo de atrair novas pessoas para a prática da Escalada, além de trazer de volta escaladores desmotivados.
Entre em contato com o clube, ou a associação de sua cidade ou estado, ou combine com sua galera e ajude a fazer deste dia uma referência na escalada nacional.
Realização:
ACE – Associação Capixaba de Escalada [www.ace-es.org.br].
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Sessão Naftalina #1: Complexo de Viana
Pra pegar leve no início, e não impactar muito com imagens de seres humanos em tempos antigos, vamos só até 2005... ano em que descobrímos o Complexo de Viana e começamos a abrir primeiras vias. Essa reportagem foi feita pelo programa Em Movimento da TV Gazeta.
Esse setor fez toooda a diferença na época. A escalada esportiva andava meio estagnada, pois essa modalidade era praticada basicamente no Morro do Moreno. E um novo lugar, com uma rocha de características diferenciadas e vias de resistência, ajudou muito na evolução dos escaladores locais.
Foram muitas idas e vindas para abrir as primeiras vias, sempre intercalando com turbilhões de imprevistos. Mas depois de uns 100 grampos batidos na munheca, o local foi ganhando popularidade e novas vias surgiram... enfim, à base de furadeira. Ufa!
Hoje o Complexo de Viana concentra cerca de 40 vias distribuídas em três setores, e alguns boulders. Um vídeo que mostra a situação mais atual do point é a videoprreportagem feita em 2011. Para assistí-la, clique aqui.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Vídeo -> Petzl RocTrip China 2011
quarta-feira, 28 de março de 2012
Videorreportagens - Série 2012
Esses vídeos tiveram uma repercursão pelo Brasil que particularmente - nessas proporções - eu não imaginava: foram mais de 20 mil visualizações. Recebi feedbacks e, muito incentivo. E por conta principalmente desse incentivo, resolvi continuar a apertar o botão do REC pelas montanhas capixaba.
Para a série de videorreportagens de 2012 contarei novamente com a parceria de grandes empresas que acreditam na iniciativa e, apoiam o seguimento.

Muito trabalho pela frente, mas também muita gratificação por contribuir com o desenvolvimento do Montanhismo desse Estado.
segunda-feira, 19 de março de 2012
Invasão Feminina no ES
Com o sucesso do encontro no RJ, outros estados adotaram a idéia e passaram a também organizar o evento, deixando as montanhas ainda mais belas! E como a escalada no Espírito Santo vem seguindo uma ótima evolução, o aumento do número de escaladoras é cada dia mais percepitível. Fato esse que motivou as escaladoras à se reunir no Morro do Moreno e realizar a versão capixaba da Invasão Feminina.



Escaladoras em ação no Setor da Boca. Fotos de Danilo 'Monstro'.
"Aqui no ES também aproveitamos o embalo das movimentações femininas para nos reunir, escalar, rir, brincar, passear e relaxar, uma vez que estamos sem nosso encontro semanal no muro de treino e diversão, em grande maioria mais diversão do que treino...
Nos encontramos no Morro do Moreno em Vila Velha por volta das 8 da manhã, local de fácil acesso pois fica localizado dentro da cidade. Na medida em que fomos chegando, cada grupo se direcionou para o setor de escalada que pretendiam. Como o Morro do Moreno visto da 3ª ponte (sentido Vila Velha-Vitória) tem aparência de uma macaca grávida, os setores são chamados de acordo com a localização que ele fica no “corpo” da macaca, sendo os mais freqüentados o Setor da Testa, Setor da Boca e Setor da Barriga.
Como o sol não nos deu trégua, um grupo ficou no Setor da Barriga e eu fui com outro grupo para o Setor da Boca.
Entre fofocas, risadas, também tivemos bastante escalada até o sol nos encontrar ao meio dia.
O dia foi muito bom ao lado de amigas e também amigos, pois os meninos nos fizeram companhia fazendo segurança e registrando nosso dia com fotos enquanto a mulherada floria as pedras!!! ( é claro que eles também não se agüentaram e deram uma escaladinha!! hehe..
Após a diversão no Morro do Moreno nos despedimos com uma mesa repleta de amigos com um almoço em um restaurante em Vitória.
Nosso número de mulheres na montanha aqui no Espírito Santo tem crescido constantemente e estamos super felizes com isso. Além das pessoas que estavam no domingo conosco em Vila Velha, uma colega estava contemplando as montanhas da Argentina e do Chile, e tivemos notícias também de uma outra colega que estava conquistando a sua primeira via no município de Pancas com outros dois amigos nossos, local com muito potencial e que nos acolherá este ano em nosso 6º Encontro Capixaba de Escalada, e claro, já estão todas convidadas a virem participar.
Agradeço a oportunidade de compartilhar com você esse maravilhoso dia que passamos!! Tudo foi perfeito!!!"
quarta-feira, 14 de março de 2012
Semana Brasileira de Montanhismo


Para saber mais acesse www.semanademontanhismo.com.br
quarta-feira, 7 de março de 2012
Upgrade no Blog
Nesse meio tempo resgatei uma pasta empoeirada que vinha ao longo dos anos, arquivando matérias que participei e escrevi para jornais e revistas. Resolvi escanear esse material, o que me rendeu um graaaande trabalho. Mas pelo menos agora digitalizado, fica de backup contra as traças (que já estavam atacando). Fiz também um apanhado de matérias que vincularam na TV e em sites.
Esse apanhado entrou como uma 'barra' na parte superior do Blog. E junto à esse upgrade, resolvi registrar um domínio próprio.
Quando estava futucando entre uma coisa e outra no blog, me surpreendi ao ver que o primeiro post foi hà 5 anos. Eu já havia me perdido sobre quanto tempo tinha que venho apertando as teclas para aqui escrever. E nesses anos somaram mais de 100 mil acessos/visitas ao blog! Fato esse que vem a me motivar para continuar escrevendo, focando principalmente em divulgar as potencialidades do montanhismo capixaba.
Obrigado pela visita e, volte sempre.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Vídeo -> Conquista no Monte Serrat, ES
Maiores infos sobre essa escalada aqui.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Escaladas Tradicionais em Afonso Claudio, ES
Escalada bastante agradável que segue a parte de maior extensão da parede pela via "Los Hermanos, 4º IV+ - 300m". A via é em agarras e tem a presença de lacas, mas estas são incrivelmente sólidas. Sombra pela manhã. Leve 11 costuras e dê preferência para as longas, e corda de 60 metros (com somente uma é possível rapelar, pois tem paradas intermediando as enfiadas).
Acesso: Saindo do centro de Afonso Claudio, seguir em direção à Laranja da Terra, e em seguida entre à esquerda no sentido de Empoçado (placa). Avistando a pedra, entre à direita para a vila de Empoçado (fica à 4km da cidade).
A via "Tubarão na Lagoa, 5º V+ - 170m" segue ziguezagueando em direção à um grande buraco, onde se finaliza. A primeira enfiada tem as proteções um pouco mais espaçadas, se comparada ao restante da via. Mas existe também a opção iniciar por um diedro perfeito para proteções móveis com cerca de 30m, que finaliza também na P1. As quatro próximas enfiadas são em livre, e a ultima uma horizontal de 30 metros em artificial em grampos, que segue até a parada abaixo do enorme buraco. Existe uma pequena sequência de grampos à direita desse buraco que objetiva seguir até o buraco maior mais acima, mas o trecho esta inacabado. A sombra na via é só pela metade da tarde. Leve 8 costuras (algumas longas) e corda de 60m.
Acesso: Após a cidade, seguir em direção à Laranja da Terra. Após 15km entrar à direita depois da ponte em uma estrada de terra, e seguir por mais 5km subindo em direção à pedra.
Linha da via Angá . Foto Oswaldo Baldin..
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Conquista na Pedra Bonita em Águia Branca, ES
Uma rápida caminhada por entre a vegetação nos levou à um colo que se liga à uma parte mais alta na montanha (após o término da via), através de uma longa sequência de aresta. Uma formação rochosa muito particular e impressionante. Fica a dica preciosa para as futuras repetições: visite este lugar e não se arrependerás!
Uma escalada longa e tranquila tecnicamente, com um belo visual de plano de fundo com várias montanhas, sendo os Três Pontões o destaque maior. Uma via para subir leve e deixar a escalada fluir. Toda protegida com grampos e paradas duplas. São necessárias seis costuras, sendo longas mais recomendáveis. E é preciso duas cordas de 60 metros, para possibilitar o rapel.
Segundo os moradores locais, a parte mais alta dessa montanha já foi atingida através de caminhada, possivelmente na face oposta da via.
Comunique sobre sua escalada ao Sr. Anésio, que mora aos pés da montanha.
Uma dica na cidade é visitar o Centro da Cultura Polonesa de Águia Branca (casa amarela na entrada da cidade). Lá é só procurar a Vera Fedeszen, que é a Secretária de Turismo do município, e super incentivadora do fomento do montanhismo na região.











