segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Força não é tudo



"Eu preciso ficar mais forte" é a frase mais ouvida em todos os picos e ginásios de escalada por aí. No intante que sente dúvidas antes de se esfolar em uma via que usualmente causou um fracasso físico - uma bombada de braço, uma abertura de dedos em um reglete involuntariamente, uma repentina perda de tensão corporal. Voce é apenas um marionete o qual as cordas foram cortadas. Aquela sensação física poderosa pode enganar você ao entender que mais força(ou resistência) era tudo o que ficou entre a sua queda e a cadena. Em uma visão aprofundada, isto é perder o jeito que voce pesna da sua escalada. Ninguém pode argumentar que força e resistência são habilidades úteis para um escalador. Mas força não é nada sem uma boa tática, técnica, psico, e uma atitute positiva.


Voce é mais forte que voce pensa. Investindo um tempo e eneregia significativo para se tornar um pouco mais forte será como ter um efeito fortalecedor nas suas chances de escaladas de graus elevados, a menos que voce já esteja em um grau deelite. Mais importante, colocando foco na sua força significa um aumento mental longe do preocesso de aprendizado (as vezes a parte divertida da escalada). Esta atitude negativa pode prevenir voce de localizar sua verdadeira debilidade e fraqueza na sua escalada como por exemplo : trabalho ruim com os pés, baixa capacidade de resolver problemas no crux, medo de cair, falta de habilidade de descansar e focar, ou insuficiencia de repertorio de movimentação (drop Knee, foot hook, garra de reglete, etc...). Até mesmo um melhoramente pequeno em uma destas técnicas irá fazer uma grande diferença na sua escalada.


Yuji Hirayama,um dos grandes escaladores do mundo em todos os tempos , era conhecido especialmente por sua brilhante técnica, uma vez disse de um de seus colegas escaladores : "Eu aprendi algo novo em cada vez que eu escalei com ele". Yuji escalou um 11c malhando, e um 11b a vista. Se Yuji ainda tem algo a aprender sobre escalada, todos nós temos.



Do Blog: http://pempem.blog.uol.com.br/arch2006-04-09_2006-04-15.html

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